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segunda-feira, 30 de maio de 2011

                         

Assassin's Creed Brotherhood

  Correr pelas ruas de Roma e ver um mundo 'moderno' se encontrar com o passado. De um lado o Panteão, do outro o Coliseu e mais à frente os aquedutos. A Itália de 1500 é o cenário mais inspirador para colocar um assassino com sede de vingança. As ruas apinhadas de artistas, médicos, barões, mendigos e cortesãs formam o cenário do jogo e servem de esconderijo para Ézio Auditore da Firenze, assassino que tenta destruir os cavaleiros templários bem debaixo do nariz do Vaticano






  Essa é a premissa de "Assassin's Creed: Brotherhood", uma história de vingança contra aqueles que acabaram com a família do assassino italiano em "Assassin's Creed II". A aventura começa exatamente onde o jogo anterior terminou, com o herói completamente atônito ao descobrir que o mundo corre um grande perigo caso os Cavaleiros Templários consigam colocar as mãos nas "Peças do Éden". Só que isso não foi dito para ele e sim à outra pessoa: Desmond Miles, um sujeito comum do ano de 2012 que entrou de gaiato nessa guerra secular.

  Mesmo confuso Ézio segue sua vida, até que sua vila é destruída pela poderosa família Borgia - e essa é a deixa para ele se dirigir para Roma. Chegando lá, o assassino descobre que não vai conseguir derrotar seus inimigos sozinho.
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Assassin's Creed II
   Em 2007, "Assassin's Creed" chegou cercado de muita publicidade e dividiu opiniões de críticos e fãs. Com produção requintada e toques de ficção científica, o jogo apresentou muitos momentos de ação com uso de técnicas do Parkour para mover o protagonista através de muros, telhados e torres dos grandiosos cenários passados durante o século XII, assim como muitos combates furtivos.

  O game fez sucesso, mas não foi uma unanimidade graças a uma série de limitações mecânicas e a constante repetição de objetivos e missões. Agora, "Assassin's Creed II" surge com poucas novidades estruturais, mais preocupado em corrigir os defeitos do original e ampliar seu alcance. Diante da proposta, o novo game faz bonito e supera o anterior em todos os sentidos.       
                                                                             
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                                  Assassin's Creed I

  Deitado em uma máquina, Desmond Miles presencia uma realidade diferente do seu mundo contemporâneo. Suas memórias são do ano 1191 e pelos olhos Altair Inb La-Ahad vê conspirações envolvendo a coroa, sarracenos e templários em plena Terra Sagrada, mais especificamente nas cidades históricas de Jerusalém, Damasco e Acre. Na verdade, Altair é um habilidoso assassino que faz parte de um obscuro culto. É a figura chave da trama.

  O enredo de "Assassin's Creed" até caberia como parte do filme "Matrix", mas a premissa é bem diferente. Desmond é objeto de uma experiência que vasculha no código genético lembranças impressas da vida de seus antepassados. Não o faz por vontade própria e, aos poucos, o passado de seu distante parente ajuda a entender seu drama presente. O jogador interage nas duas linhas de tempo, mas na esmagadora maioria no passado, revivendo os passos de Altair, em uma aventura que explora tecnicamente o PlayStation 3 e Xbox 360 de forma memorável.


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domingo, 29 de maio de 2011

GTA IV The Lost And Damned


  "The Lost and the Damned" foi o primeiro pacote de expansão lançado para o popularíssimo "Grand Theft Auto IV" que chegou no ano passado para Xbox 360 devido a um acordo de exclusividade temporária entre a Rockstar e a Microsoft. Agora tal conteúdo é finalmente disponibilizado para os jogadores de PC e Playstation 3, vendido de forma avulsa através de download ou em conjunto com a segunda expansão, "The Ballad of Gay Tony", no disco "Grande Theft Auto IV: Episodes from Liberty City".





  A história de "The Lost and the Damned" deixa Niko Bellic de lado para se focar em novos personagens, os integrantes de uma gangue de motoqueiros chamada de "The Lost Motorcycle Club". O bando perdeu seu líder, Billy Grey, para a reabilitação e passou a ser comandada por Johnny Klebitz, vice-presidente que conseguiu expandir os negócios sujos da organização. Logo acostumado com o poder, Johnny vê sua carreira ameaçada quando um alucinado Billy volta à cena quebrando com tréguas e acordos firmados enquanto esteve sob custódia, o que acaba criando uma guerra de gangues.

  Utilizando um filtro de granulação para criar um efeito de película e tons mais escuros, a Rockstar embarca de vez na escuridão do crime em Liberty City para apresentar um dos protagonistas mais antipáticos da história do videogame. Enquanto o "GTAIV" original mostrava a jornada de Bellic em busca de um lugar ao sol na cidade, recheada de escolhas moralmente duvidosas e construção de relacionamentos, este "The Lost and the Damned" não esconde, em nenhum momento, que seu Johnny Klebitz é um completo mau caráter.

  Engolir um personagem tão repulsivo não é das tarefas mais fáceis, mas que faz sentido dentro do plano da Rockstar. Tal escolha é mais um esforço da empresa em não só ampliar o universo de sua franquia, cobrindo todos os ângulos, mas também em fixar na mente dos consumidores que videogames podem lidar com temas sombrios, sem torná-los caricatos ao misturar, por exemplo, a elementos fantásticos ou de humor. É uma trama adulta, que conta até com uma infame cena de nu frontal masculino, trazendo o jogo ainda mais perto, ao menos em sua apresentação e narrativa, do cinema ou dos seriados de televisão - principalmente em momentos que trama cruza com seqüências do "GTAIV" original, revelando novos detalhes de eventos da aventura principal.

                                                                                                                                                                                                       by: UOL jogos
GTA IV
  Finalmente o jogo mais esperado do ano chegou, quebrando recordes de vendas e fazendo todo o barulho que era esperado. E tudo isto não foi à toa: "Grand Theft Auto IV" é muito mais do que apenas o novo capítulo de uma série polêmica por seu conteúdo adulto e moralmente questionável; é o jogo mais avançado que já apareceu em um console doméstico, criando uma sensação de imersão raramente vista no mundo do videogame, digno de figurar entre clássicos do calibre de "Zelda: The Ocarina of Time" e "Metal Gear Solid" e decisivo motivador para a compra de um Xbox 360 ou Playstation 3.






  Dois fatores são fundamentais para o sucesso deste "GTAIV", como é mais conhecido, e o primeiro deles é a narrativa. Os irmãos Sam e Dan Houser, chefões da Rockstar Games, nunca esconderam sua paixão pelo cinema e aqui utilizam de todos os truques e técnicas narrativas imagináveis para dar ao jogo aquele climão de filme de gângster, sem o tom exagerado, beirando a paródia, de alguns dos episódios anteriores.

A figura principal aqui é Niko Bellic, ex-soldado de conflitos do leste europeu que vai para a América na esperança de conseguir uma vida melhor na companhia de seu primo Roman. Ao desembargar em Liberty City, porém, descobre que seu parente está envolvido até o pescoço com o submundo do crime local e acaba forçado a se envolver em trabalhos sujos envolvendo roubos de carro, extorsão e até assassinatos. Assistimos então o declínio de um homem marcado pelo passado em uma jornada sem volta, em uma série de missões que testam a integridade moral do protagonista, à medida em que é colocado em situações complicadas, com direito a reviravoltas e acontecimentos inusitados.

  Niko é retratado de maneira impecável, que faz com que você torça por ele por mais moralmente repulsivo que acabe se tornando, uma vez que o jogo se encarrega de embasar e construir seu histórico, suas motivações e delinear sua personalidade com perfeição. E assim também acontece com boa parte do elenco de apoio, como Roman, o amigo Little Jacob e o interesse amoroso Michelle, entre vários outros. Todos são retratados de forma extremamente humana, criando um vínculo entre você e os personagens que é raro de ser visto em videogames, mesmo com tanta tecnologia disponível hoje. É um aspecto tão sabiamente valorizado pelo jogo que existem vários minigames que servem apenas para fortalecer este elo - basta você ligar para alguém para marcar uma partida de boliche, por exemplo.

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Red Dead Redemption



  Entre os muitos temas e ambientações presentes nos jogos eletrônicos, não seria correto dizer que o faroeste está mal representado. São poucos os títulos inspirados pelo universo dos caubóis e dos fora-da-lei mascarados, mas é preciso reconhecer que a qualidade desses jogos, em sua maioria, está acima da média. Por se tratar de uma ambientação pouco utilizada, é difícil chamar um jogo que se passa no Velho Oeste de genérico.


  Dito isso, "Red Dead Redemption" é a representação máxima do faroeste nos videogames. Seqüência de "Red Dead Revolver", de 2005, "Redemption" é a primeira investida original da Rockstar Games no gênero. Primeira, pois "Revolver" foi adquirido da Capcom e trouxe consigo muito do estilo da produtora japonesa, inclusive a marca registrada da série, a mecânica "Dead Eye", que deixa o jogo em câmera lenta e permite ao mocinho disparar várias vezes contra seus inimigos com grande precisão.

  Logo nos primeiros minutos percebe-se o pedigree dos grandes jogos da Rockstar, com uma introdução cinematográfica que acompanha a viagem do protagonista, John Marston, até a cidade de Armadillo. Através das conversas dos outros personagens dentro do trem, o jogador é lentamente inserido no mundo fantástico de "Redemption".
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Fifa 11


  Aproveitando-se da velha máxima do futebol "em time que está ganhando não se mexe", "FIFA 11" apresenta menos diferenças drásticas em relação a "FIFA 10" se considerarmos a evolução da série nos últimos anos.

  De fato, "FIFA" se consolidou como um simulador de futebol mais próximo da realidade graças ao novo motor gráfico, a física realista dos jogadores e suas reações com a bola nos pés. Com isso, parece que produtora Electronic Arts optou por ousar menos neste ano. O resultado é um jogo já bem conhecido no quesito técnico, porém repleto de modificações menores para melhorar a experiência.
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Call of Duty Black Ops

  "Call of Duty" começou em 2003 como mais um jogo de tiro em primeira pessoa, claramente inspirado no sucesso de "Medal of Honor" mas não demorou para superar a franquia rival. A partir de 2007, com "Modern Warfare", "Call of Duty" se tornou o jogo a ser copiado e, quem sabe, superado.

  A produtora Treyarch, vista como um estúdio secundário - os dois games "Modern Warfare" são criações da Infinity Ward - se aventura em um território inédito para a franquia: os conflitos dos anos 60, quando Estados Unidos e União Soviética lutavam ao redor do globo por influência política. Assim como "Metal Gear Solid", a Guerra Fria serve de pano de fundo para uma trama de ficção envolvente que faz a ligação entre os "Call of Duty" antigos e o primeiro "Modern Warfare".




  Na campanha principal, o jogador assume o papel de Mason, soldado de Operações Especiais norte-americano, em busca de uma arma biológica terrível e de vingança. Com exceção de três missões curtas, o foco da narrativa está em Mason e essa decisão permitiu contar uma história muito mais detalhada e cheia de reviravoltas, digna dos melhores filmes de ação.
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Call of Duty Modern Warfare 2


  O grande bicho-papão do ano finalmente está entre nós. "Call of Duty: Modern Warfare 2" é um fenômeno tão grande que muitos dos concorrentes foram adiados para 2010 com medo de serem atropelados. Não é de espantar, afinal, o game é continuação de "Call of Duty 4: Modern Warfare", que vendeu mais de 13 milhões de cópias no mundo e ainda é campeão de popularidade entre fãs de jogos de tiro em primeira pessoa.

  Mesmo com alguns deslizes, o jogo cumpre o que promete e justifica todo o barulho ao redor de seu lançamento. O clima de tensão e os tiroteios são sufocantes, especialmente nos modos multiplayer, que deixarão os aficionados do gênero vidrados no monitor.
                                                                                                                                                                                                       by: UOL jogos
Call of Duty Modern Warfare

  "Call of Duty" começou sua trajetória em 2003. Em meio a tantos jogos de tiro em primeira pessoa que se passavam na Segunda Guerra Mundial, o título da produtora Infinity Ward se notabilizou pela condução do roteiro. Afinal, se é para limitar o jogador numa narrativa pré-determinada, então, melhor que as situações vividas sejam tão intensas e dramáticas quanto possíveis. Assim, "Call of Duty" fez uma estréia retumbante e as continuações mantiveram a reputação (apenas a terceira edição, feita pela Treyarch, não é exatamente unanimidade).

  De lá para cá, a Segunda Guerra Mundial foi revisitada tantas vezes - games com essa temática são quase um subgênero - que começou a cansar. Agora, diante dos desdobramentos da política internacional em face do 11 de setembro e passados tantos anos do fatídico dia, as guerras modernas passaram a entrar na mira das produtoras. "Call of Duty 4: Modern Warfare" seguiu esse caminho, mas fez muito mais que apenas mudar a era retratada.

  Se os jogos que se passava na Segunda Guerra pareciam se inspirar em "O Resgate do Soldado Ryan", o clima do novo "Call of Duty" tem um quê de filmes de guerra como "Falcão Negro em Perigo". E cinematográfico é a palavra de ordem em "Modern Warfare", não apenas pelo fato de o visual ser espetacular, por (muitas) vezes foto-realista, mas trazer uma condução de roteiro brilhante, superando até mesmo os antecessores, que faz o jogador ficar imerso dentro do teatro de operações.
                                                                                               by: UOL jogos